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	<title>Comentários em: O dia em que a quase-morte tocou o repórter</title>
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	<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 12:02:03 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Armando de Amorim Anache</title>
		<link>http://reportsafety.wordpress.com/2008/04/17/o-dia-em-que-a-quase-morte-tocou-o-reporter/#comment-23</link>
		<dc:creator>Armando de Amorim Anache</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 22:18:50 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns ao colega Jorge, pelo relato feito aqui. Em 1987, durante a guerra no morro Dona Marta, em Botafogo, na zona Sul do Rio, permaneci lá durante uma semana.
Num tempo sem celulares e tantas outras facilidades, entrava no ar, ao vivo, com walkie-talkie em VHF, na programação ao vivo do Sistema Globo de Rádio. Instalamos uma repetidora no Mirante Dona Marta e, dali, o aúdio era transmitido até o Sumaré e de lá para a Rua do Russel, na Glória.
As quadrilhas de Zaca e Cabeludo levaram terror aos moradores.
Em abril de 1990, 18 anos atrás, iniciei uma reportagem sobre o narcotráfico na fronteira do Brasil com a Bolívia, ao retornar ao meu estado natal, chamado pela família, que tem emissoras de rádio.
Ameaças de morte, invasões de estúdio etc. Até que, num fatídico dia, tive que me defender, e à minha mulher, pois não tenho pretensão de virar nome de rua tão cedo.
O preço pago, por ter feito a minha legítima defesa - não considerada no Tribunal - foi muito caro. Ainda é! 
Alguns  detalhes estão na página, ainda não terminada, na internet, em http://aaanache.googlepages.com/home, com a reprodução das edições do "Globo" e "The Wall Street Journal", que noticiaram tudo sobre a campanha contra as drogas (começou como reportagem e transformou-se em campanha, com o apoio do povo).
Caso queira, será um privilégio manter contato com o premiado colega do "Globo". Ainda me considero "da casa".
Abraços firmes e fortes do Pantanal Sul.
Armando Anache - Jornalista e Radialista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao colega Jorge, pelo relato feito aqui. Em 1987, durante a guerra no morro Dona Marta, em Botafogo, na zona Sul do Rio, permaneci lá durante uma semana.<br />
Num tempo sem celulares e tantas outras facilidades, entrava no ar, ao vivo, com walkie-talkie em VHF, na programação ao vivo do Sistema Globo de Rádio. Instalamos uma repetidora no Mirante Dona Marta e, dali, o aúdio era transmitido até o Sumaré e de lá para a Rua do Russel, na Glória.<br />
As quadrilhas de Zaca e Cabeludo levaram terror aos moradores.<br />
Em abril de 1990, 18 anos atrás, iniciei uma reportagem sobre o narcotráfico na fronteira do Brasil com a Bolívia, ao retornar ao meu estado natal, chamado pela família, que tem emissoras de rádio.<br />
Ameaças de morte, invasões de estúdio etc. Até que, num fatídico dia, tive que me defender, e à minha mulher, pois não tenho pretensão de virar nome de rua tão cedo.<br />
O preço pago, por ter feito a minha legítima defesa - não considerada no Tribunal - foi muito caro. Ainda é!<br />
Alguns  detalhes estão na página, ainda não terminada, na internet, em <a href="http://aaanache.googlepages.com/home" rel="nofollow">http://aaanache.googlepages.com/home</a>, com a reprodução das edições do &#8220;Globo&#8221; e &#8220;The Wall Street Journal&#8221;, que noticiaram tudo sobre a campanha contra as drogas (começou como reportagem e transformou-se em campanha, com o apoio do povo).<br />
Caso queira, será um privilégio manter contato com o premiado colega do &#8220;Globo&#8221;. Ainda me considero &#8220;da casa&#8221;.<br />
Abraços firmes e fortes do Pantanal Sul.<br />
Armando Anache - Jornalista e Radialista</p>
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